Economia Criativa
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Você já ouviu falar na Economia Criativa? Pois bem, esse é o tipo de economia que permite gerar valor econômico através de ações criativas, culturais e intelectuais que influenciam as decisões de compra.

Em outras palavras, é um âmbito que visa a criatividade como forma de renda. Além disso, esse conceito se mescla com o de Indústria Criativa, pois ambos são bastante amplos. Ou seja, como a economia criativa é uma soma de diversos outras concepções – Indústria Cultural, Economia da Cultura e Indústria Criativa –, acaba por ser muito variada e abrangente.

Entendendo melhor

A Indústria Criativa pode ser subdividida em quatro áreas: Consumo (Design, Arquitetura, Moda e Publicidade), Cultura (Patrimônio e Artes, Música, Artes Cênicas e Expressões Culturais) Tecnologia (P&D, Biotecnologia e TIC), Mídias (Editorial e Audiovisual), de acordo com o mapeamento das Indústrias Criativas, (2016) feito pela Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan). Ainda segundo esse mapeamento, as empresas da economia criativa já movimentam R$ 381 milhões por ano.

De forma mais relatada, fazem parte do setor criativo as demais profissões:

  • Arquitetura e Urbanismo;
  • Artesanato;
  • Artes Cênicas;
  • Artes e Antiguidades;
  • Audiovisual;
  • Design;
  • Editoração;
  • Fotografia;
  • Gastronomia;
  • Moda;
  • Música;
  • Publicidade;
  • Software;
  • Rádio e TV
Indústria Criativa
Umas das áreas da Indústria Criativa, o audiovisual. Fonte: Unsplash

A partir dessa contextualização, fica visível como as áreas da Indústria Criativa são promissoras no mercado. Por isso, há uma conversa direta entre o coworking e economia criativa (que engloba todas as subdivisões citadas acima). Como a Economia Criativa está relacionada às ideias, informações e tecnologias, muitos profissionais que trabalham em coworkings usam a criatividade como sua “obra prima” de trabalho.

Nesse cenário, em crescimento, os escritórios compartilhados fazem parte do universo inovador e inspirador que move as áreas da Indústria Criativa. Recife, nossa cidade, é uma das mais instigadoras em relação ao incentivo à criatividade, não à toa contamos com o maior parque tecnológico de Pernambuco. Vivemos em um ambiente propício para o investimento em setores de inovação e, por isso, considerar trabalhar em um espaço “catalisador” de mentes criativas, é um xeque-mate para os profissionais consumo, cultura, tecnologia e mídias.

Além disso, a colaboração é um dos pilares da Economia Criativa e possui muita harmonia com o Coworking. É através da união de mentes que se cria um espaço promissor, que divide conhecimento e profissões.

Você já conhecia a economia criativa? Comenta aí!

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